Três ingredientes, nenhuma cozedura e um resultado tão macio como um verdadeiro fudge: eis o snack a ter sempre no congelador para uma vontade de doce expresso. A base é propositadamente simples para deixar espaço a todas as suas ideias de cobertura. Um básico fácil de personalizar consoante os seus gostos e o que tem na despensa.
Mini-fondantes crus de creme de caju (sem glúten)
Partilhar este artigo
Pasta de amêndoas ativadas
15,70 € En stock
Ingredientes
- 1 chávena de creme de caju cru biológico
- 1/4 de chávena de óleo de coco biológico
- 2 colheres de sopa de xarope de ácer biológico
Preparação
- Misture os três ingredientes numa taça até obter uma textura lisa, homogénea e cremosa.
- Distribua a preparação por 16 forminhas de mini-queques, enchendo cada uma até cerca de três quartos.
- Se quiser, polvilhe com sementes de sésamo, coco ralado, sementes de chia, sementes de cânhamo, pepitas de chocolate ou pedaços de cacau.
- Coloque as forminhas num tabuleiro e leve ao congelador cerca de 60 minutos, até endurecerem.
- Conserve numa caixa hermética e sem BPA, no frigorífico ou no congelador: à temperatura ambiente os fondantes amolecem depressa.
Dica
Para uma versão de chocolate, basta juntar um pouco de cacau cru em pó à preparação antes de a distribuir pelas forminhas.
Toda a gama Oleaginosas, Nozes, Sementes
20 produtos
Descobrir toda a gamaFAQ: as suas perguntas sobre os mini-fondantes de creme de caju
Como fazer creme de caju?
Conte 300 g de cajus crus e um robô potente — uma simples liquidificadora de batidos não chega. Triture-os sozinhos, sem óleo nem água, raspando as paredes de dois em dois minutos. A preparação passa por três estados sucessivos: pó, depois uma bola compacta que parece bloqueada e, por fim, um creme liso. É essa fase da bola que desanima: dura dois a três minutos, basta continuar. Conte oito a doze minutos no total. Salgue no fim, se quiser. O creme conserva-se um mês no frigorífico, num frasco fechado.
Pode pôr-se o óleo de coco no frigorífico?
Sim, sem qualquer problema para a qualidade do produto — em certos casos é até útil. O óleo de coco é estável e conserva-se muito bem à temperatura ambiente, ao abrigo da luz, durante doze a dezoito meses. Colocá-lo no frio limita-se a endurecê-lo: fica compacto e difícil de retirar à colher. A vantagem está sobretudo na cozinha crua, quando se quer acelerar a presa de uma preparação, como aqui. Para o uso corrente, guarde-o no armário: evitará ter de o amolecer de cada vez.
A que temperatura o óleo de coco solidifica?
Por volta dos 24 °C, com uma faixa de transição entre 20 e 25 °C consoante a qualidade e a refinação. É um caso raro entre os óleos vegetais: a maioria permanece líquida à temperatura ambiente, ao passo que o óleo de coco é composto maioritariamente por ácidos gordos saturados de cadeia média, cujo ponto de fusão é mais alto. Na prática, isso significa que muda de estado consoante a estação, sem que isso indique nada de anormal. E na cozinha crua é precisamente essa propriedade que o torna útil: funciona como agente de presa a frio, onde outro óleo nunca solidificaria.
Partilhar este artigo