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Pasta e dip de tomate seco

Pasta e dip de tomate seco

Demolhado durante a noite, o caju transforma-se aqui numa base espessa e sem lactose, que fica sobretudo com o sabor concentrado do tomate seco, em vez do sabor mais neutro de um simples creme de caju. Como o tomate é seco e não fresco, traz por si só óleo e muito sabor, o que resulta numa pasta rica e saborosa sem ser necessário adicionar óleo à lista de ingredientes. O sumo de limão evita que esta riqueza fique pesada, trazendo um toque de frescura que contrasta com o caju e o tomate, enquanto uma pitada de sal marinho céltico arredonda o tempero. A levedura nutricional é facultativa, mas orienta o sabor para algo vagamente semelhante a queijo, mais próximo de um dip saboroso do que de uma simples pasta de tomate, para quem quiser esse toque extra. Tudo vai junto para o robô de cozinha e transforma-se numa textura espessa e barrável em vez de fluida, já que a água é adicionada em quantidade bastante reduzida em relação ao caju. Esta consistência torna-a mais adequada a uma sanduíche, uma bolacha de água e sal ou um toque num wrap do que a um molho para regar uma salada. Sirva como entrada rápida com legumes para molhar, barrada num wrap com folhas verdes, ou em quenelle sobre legumes crus, um pouco como se usaria um hummus espesso.

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Ingredientes

  • ¾ de chávena de caju, demolhado durante a noite
  • ⅓ de chávena de tomate seco, picado
  • 1 colher de sopa de levedura nutricional em flocos (facultativo)
  • O sumo de meio limão
  • Uma pitada de sal marinho céltico
  • ½ chávena de água filtrada

Preparação

  1. Junte todos os ingredientes num robô de cozinha e bata até obter uma textura espessa e cremosa, raspando as paredes se necessário para uma consistência homogénea.

Dica

Demolhar o caju durante a noite é o que garante uma textura perfeitamente lisa depois de batido — um demolhar mais curto, de uma a duas horas, deixa muitas vezes a pasta ligeiramente granulosa, mesmo batendo por mais tempo. Torne-a mais fluida com um pouco de água extra se preferir um molho mais líquido em vez de uma pasta espessa, adicionando uma colher de sopa de cada vez para não ultrapassar a consistência pretendida. As sobras conservam-se bem tapadas no frigorífico durante vários dias.

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FAQ: as suas perguntas sobre a pasta de tomate seco

Quais são os benefícios do tomate seco?

Ao perder a água durante a secagem, o tomate seco concentra os seus nutrientes: é nomeadamente rico em licopeno, um antioxidante que protege as células, assim como em fibras que facilitam a digestão e em vitaminas C e A que apoiam a imunidade.

O tomate seco é calórico?

Um pouco mais do que o tomate fresco, uma vez que está concentrado em nutrientes e por vezes é conservado em óleo. Nesta pasta, é usado picado e sem óleo adicionado, o que permite aproveitar o seu sabor intenso sem excesso de calorias.

Pode comer-se caju cru?

Sim, o caju vendido como cru no comércio já foi ligeiramente tratado com calor para remover a casca tóxica, pelo que é perfeitamente comestível tal como está. Deixá-lo de molho, como nesta receita, torna-o ainda mais digestivo e dá uma textura muito mais cremosa depois de batido.

Como fazer uma pasta vegetal caseira?

O método mais simples consiste em bater uma base de frutos secos ou sementes demolhados com um ingrediente que traga sabor — aqui o tomate seco —, um pouco de acidez como o limão, sal e apenas a água necessária para obter a textura pretendida. Basta uma única passagem no robô de cozinha, sem cozedura.

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