Não é preciso passar a manhã na cozinha para se encher de nutrientes: este batido combina espinafre e chlorella rica em proteínas com uma base de frutos vermelhos bem doce, que disfarça completamente o sabor vegetal. O resultado: uma bebida deliciosa, cremosa e generosa em antioxidantes.
Batido rosa de frutos vermelhos, espinafre e chlorella
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Ingredientes
- 2 bananas
- 250 g de frutos vermelhos congelados (mirtilos, cerejas, ou uma mistura de ambos)
- 1 punhado grande de rebentos de espinafre
- 2 tâmaras sem caroço
- 1 colher de chá de chlorella em pó
- 1 pitada de maca em pó
- Água, consoante a consistência pretendida
Preparação
- Coloque todos os ingredientes na liquidificadora.
- Bata até obter uma textura bem lisa e cremosa, juntando a água aos poucos para ajustar a espessura.
- Deite num copo grande e saboreie sem demora.
Dica
Divirta-se ajustando as proporções ao seu gosto: mais frutos vermelhos para uma cor mais rosada, mais espinafre para uma versão ainda mais verde.
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Perguntas frequentes sobre a chlorella em pó
Quais são as propriedades da chlorella?
A chlorella é uma microalga de água doce cuja composição é a sua principal característica: cerca de 50 a 60% de proteínas, com ferro, magnésio, carotenoides e uma concentração elevada de clorofila, daí a sua cor. Atribuem-se-lhe muitas propriedades, mas a maior parte dos trabalhos publicados continua preliminar e não permite afirmar um efeito estabelecido. É mais correto vê-la como um alimento denso em nutrientes do que como resposta a um problema preciso.
Como se consome o pó de chlorella?
O batido continua a ser o veículo mais simples: o sabor vegetal marcado dissolve-se nos frutos vermelhos ou na banana. Também se incorpora numa vinagrete, num húmus, numa sopa fria ou numa massa de crackers crus. Evite aquecê-la durante muito tempo, o que degrada os seus pigmentos. Comece com meia colher de chá e aumente progressivamente: tanto o sabor como a digestão precisam de tempo de adaptação.
A que hora do dia é aconselhável tomar chlorella?
Não existe um momento obrigatório. Muitas pessoas tomam-na de manhã ou no início do dia, simplesmente porque se integra naturalmente no pequeno-almoço e no batido. Algumas pessoas acham-na mais digerível fora de uma refeição grande. O mais importante continua a ser a regularidade e a dose: mais vale uma pequena quantidade diária do que uma grande toma ocasional.
A chlorella limpa o fígado?
É uma afirmação muito difundida, mas vai além do que mostram os dados disponíveis. Alguns trabalhos, muitas vezes realizados em animais ou com amostras pequenas, interessaram-se pela ligação de certos compostos pelas paredes celulares da alga; isso não permite afirmar um efeito detox no ser humano. O próprio fígado já realiza esse trabalho. Veja antes a chlorella como um contributo nutricional interessante, e fale com um profissional de saúde se estiver a fazer algum tratamento.
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